segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
domingo, 22 de novembro de 2009
Conceito: Paradoxo da cidade, belas construções versus pobreza e miséria dos habitantes da região.
Onde: Região da Estação da Luz
CONTO CURTO:
Ensaio Geral
Metrópole. Cidade. Aglomerado. A contradição é o protagonista deste cenário; Nós somos meros coadjuvantes. Nesse espetáculo, o gênero muda de comédia para drama num piscar de olhos.
A trilha sonora se confunde com os ruídos caóticos, ou talvez seja a própria. Nada é completamente ensaiado, os imprevistos é que marcam a vida dos habitantes.
Nessa cidade, a disparidade é o maior inimigo do povo, e o principal definidor de suas histórias. A miséria cruza com os afortunados a cada passo, e mesmo quando se percebem, não se tocam.
A cortina se fecha. Nos bastidores começa tudo outra vez.
Por: Juliana Santo, Maite Lorente, Mariana Moroni e Rebeca Coelho
Onde: Região da Estação da Luz
CONTO CURTO:
Ensaio Geral
Metrópole. Cidade. Aglomerado. A contradição é o protagonista deste cenário; Nós somos meros coadjuvantes. Nesse espetáculo, o gênero muda de comédia para drama num piscar de olhos.
A trilha sonora se confunde com os ruídos caóticos, ou talvez seja a própria. Nada é completamente ensaiado, os imprevistos é que marcam a vida dos habitantes.
Nessa cidade, a disparidade é o maior inimigo do povo, e o principal definidor de suas histórias. A miséria cruza com os afortunados a cada passo, e mesmo quando se percebem, não se tocam.
A cortina se fecha. Nos bastidores começa tudo outra vez.
Por: Juliana Santo, Maite Lorente, Mariana Moroni e Rebeca Coelho
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Anúncio Antitabagismo
Cheguei nesse mundo há poucos meses, mas já sei tanto. Sei mais do que algumas pessoas que estão aqui há muitos anos, Veja a minha mãe, por exemplo, sempre com a fumaça entre os dedos, não que ela não consiga parar; afinal, ficou 9 meses longe deste veneno. Tudo por minha causa, porque ela sabe que por dentro, causa um mal danado. Agora começou tudo de novo.
Logo depois do banho já fico todo fedorento. Às vezes, tusso bastante. Eu acho que as pessoas também não gostam disso. Quando vamos ao restaurante temos que sentar do lado de fora. Ih, lá vem ela. Eu a amo muito, por isso eu queria que ela parasse de fumar. Quando eu começar a falar ela vai saber de tudo isso.
Por: Juliana Espirito santo, Maite Lorente, Mariana Moroni e Rebeca Coelho
Logo depois do banho já fico todo fedorento. Às vezes, tusso bastante. Eu acho que as pessoas também não gostam disso. Quando vamos ao restaurante temos que sentar do lado de fora. Ih, lá vem ela. Eu a amo muito, por isso eu queria que ela parasse de fumar. Quando eu começar a falar ela vai saber de tudo isso.
Por: Juliana Espirito santo, Maite Lorente, Mariana Moroni e Rebeca Coelho
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Conto Curto
O ADEUS
Por mais que eu a procurasse eu não podia encontrá-la.
A verdade era óbvia, mas eu não quis enxergar.
E agora que eu não posso vê-la, eu a vejo o tempo todo.
Por: Juliana Espirito Santo e Maite Lorente
Por mais que eu a procurasse eu não podia encontrá-la.
A verdade era óbvia, mas eu não quis enxergar.
E agora que eu não posso vê-la, eu a vejo o tempo todo.
Por: Juliana Espirito Santo e Maite Lorente
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Amigos
Gravação do conto do Realismo Fantástico.
O conto escolhido foi escrito pelo Caio Paganini.
Edição: Mari Moroni
Produção: Juliana Espirito Santo, Maite Lorente (EU!) e Rebeca Coelho.
Ator convidado: Rick =)
Assistam!
O conto escolhido foi escrito pelo Caio Paganini.
Edição: Mari Moroni
Produção: Juliana Espirito Santo, Maite Lorente (EU!) e Rebeca Coelho.
Ator convidado: Rick =)
Assistam!
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Verdade sobre o Futuro
Ele era zelador, faxineiro, síndico, jardineiro e único morador da ilha. Suas manhãs eram curtas e suas tardes intermináveis. Pela manhã, limpava as folhas secas, plantava sementes, colhia bananas, vistoriava a segurança. Dava multas aos infratores, cobrava o aluguel e pagava o que devia. Construía casas na copa das árvores e as colocava a venda. Na parte da tarde, fazia caminhadas com o pé na areia, nadava com as tartarugas e tomava chá da tarde observando as ondas estourarem na pedra furada. O pôr-do-sol parecia durar horas, sua parte preferida era ouvir o barulho que o sol fazia ao mergulhar no mar. E quando o escuro da noite tomava conta da ilha, ele ia dormir, mas antes, sempre pedia para que a lua fosse boa e deixasse o sol voltar pela manhã.
A espera pelo vigésimo terceiro dia do nono mês do ano era uma tortura. Ele não conseguia compreender como uma visita que quase não aparecia poderia fazer tanta falta para um homem, para uma ilha.
Os dias que antecediam a visita eram dias de preparação, tudo tinha que estar perfeito para o momento que ela chegasse. As árvores já estavam prontas para florescer, os dias contavam os minutos para se tornarem mais longos e as noites não se importavam em diminuir.
Tudo o que ele queria, era aproveitar aqueles raros momentos com as cores de sua visita, o amarelo, o roxo e o cor-de-rosa. Ah! Como essas cores lhe faziam falta.
Mesmo quando ela tinha que partir, não se esquecia de providenciar dias mais longos e correntes quentes. Quanta generosidade!
Tudo estava preparado, ele estava pronto, ansioso e apreensivo, naquele ano ela não havia dado nenhum sinal até agora. No primeiro dia ela não veio, a chuva veio avisar. No segundo dia ela não apareceu, devia ter se perdido em algum lugar. Depois de uma semana ele descobriu a verdade: Ela não viria, entrou num submarino amarelo e foi para outro lugar.
A vida continuou, é claro. Os dias agora eram desregulados, ou muito quente ou muito frio. Quando a seca chegou não sobrou nenhum verde e quando a chuva voltou deixou a ilha imersa. E ele, o homem, o zelador, jardineiro e único morador da ilha, continuou trabalhando, esperando e acreditando que no próximo ano ela mudaria de ideia e voltaria.
E você esta disposto a esperar?
>Conto do Realismo Fantástico.
por: Maite Lorente
A espera pelo vigésimo terceiro dia do nono mês do ano era uma tortura. Ele não conseguia compreender como uma visita que quase não aparecia poderia fazer tanta falta para um homem, para uma ilha.
Os dias que antecediam a visita eram dias de preparação, tudo tinha que estar perfeito para o momento que ela chegasse. As árvores já estavam prontas para florescer, os dias contavam os minutos para se tornarem mais longos e as noites não se importavam em diminuir.
Tudo o que ele queria, era aproveitar aqueles raros momentos com as cores de sua visita, o amarelo, o roxo e o cor-de-rosa. Ah! Como essas cores lhe faziam falta.
Mesmo quando ela tinha que partir, não se esquecia de providenciar dias mais longos e correntes quentes. Quanta generosidade!
Tudo estava preparado, ele estava pronto, ansioso e apreensivo, naquele ano ela não havia dado nenhum sinal até agora. No primeiro dia ela não veio, a chuva veio avisar. No segundo dia ela não apareceu, devia ter se perdido em algum lugar. Depois de uma semana ele descobriu a verdade: Ela não viria, entrou num submarino amarelo e foi para outro lugar.
A vida continuou, é claro. Os dias agora eram desregulados, ou muito quente ou muito frio. Quando a seca chegou não sobrou nenhum verde e quando a chuva voltou deixou a ilha imersa. E ele, o homem, o zelador, jardineiro e único morador da ilha, continuou trabalhando, esperando e acreditando que no próximo ano ela mudaria de ideia e voltaria.
E você esta disposto a esperar?
>Conto do Realismo Fantástico.
por: Maite Lorente
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
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